Com foco em sustentar seu crescimento de forma estável, independente e segura nos próximos anos, a Ou anuncia um importante avanço em sua governança corporativa. Ao longo dos últimos meses, a empresa passou por um processo estruturado de evolução organizacional, baseado em três pilares fundamentais: gestão sólida, responsabilidades claras e rotinas consistentes. Como parte desse movimento, a companhia criou seu Conselho de Administração, que além de contar com membros da família fundadora, traz uma conselheira externa: Marcela Rezende, executiva com mais de 20 anos de experiência em Marketing e Branding, com passagens por marcas globais como L’Oréal Paris, Maybelline, Lancôme, MAC Cosmetics, Bacardi, Grey Goose, Osklen e Havaianas. 

Juarez Martini, CEO da Ou, reforça a importância dessa chegada: “Trazer uma conselheira externa com a trajetória da Marcela reforça nosso compromisso com uma governança cada vez mais estruturada e independente. Estamos construindo bases sólidas para o futuro da Ou, e contar com alguém que provoca, questiona e amplia nossa visão de longo prazo é fundamental nesse processo”. Formada em Marketing pela ESPM, com pós-graduação em Liderança, Administração e Gestão Empresarial por Harvard, Marcela é LinkedIn Top Voice e, atualmente, além de conselheira da Ou, é CMO do Stark Bank e mentora do G4 Educação. 

Segundo a executiva, o convite para integrar o conselho é resultado de uma relação construída ao longo do tempo. “Quando me aproximei da Ou, o que me chamou atenção foi algo muito comum em empresas em crescimento: valores claros na prática, uma cultura viva e pessoas comprometidas, mas ainda sem esses elementos formalizados e protegidos como ativos estratégicos”, afirma.

Marcela iniciou sua relação com a empresa como advisor de marketing, apoiando temas como posicionamento, marca e estratégia de crescimento. O trabalho evoluiu para a construção e formalização de propósito, visão, missão e valores, além do novo posicionamento da marca. Segundo a executiva, esse processo evidenciou a necessidade de avançar na governança e no planejamento sucessório. “Não como um exercício formal, mas como um movimento essencial para reduzir dependências, preparar lideranças e garantir continuidade. A formalização do conselho e o convite para integrá-lo são consequência natural desse amadurecimento”, destaca.

No Conselho de Administração, Marcella pretende contribuir com uma visão estratégica de longo prazo, conectando marca, cultura, pessoas e negócio. “Vejo uma grande oportunidade para empresas que entendem que governança, reputação e cultura não são camadas estéticas, mas ativos estratégicos. Fazer parte da formação do conselho da Ou representa exatamente isso: ajudar a construir uma empresa preparada para o futuro, com decisões responsáveis no presente”, conclui. 

By Daniel Wege

Consultor HAZOP Especializado em IA | 20+ Anos Transformando Riscos em Resultados | Experiência Global: PETROBRAS, SAIPEM e WALMART

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