Minutos após a decolagem do voo 2117 da Alaska Airlines, um telefone e uma bateria externa que estavam no colo de um passageiro pegaram fogo repentinamente.

As chamas queimaram as mãos e os pés do homem antes que o dispositivo fosse arremessado no corredor. A comissária de bordo rapidamente o colocou em uma bolsa à prova de fogo.

O piloto declarou imediatamente uma emergência, acionou suas máscaras de oxigênio e retornou em direção a Wichita, Kansas (EUA).

O incidente ocorrido no início deste ano é um exemplo da ameaça à segurança que cresce mais rapidamente na indústria da aviação atualmente: telefones celulares, baterias portáteis e cigarros eletrônicos que pegam fogo espontaneamente em pleno ar.

Esses dispositivos usam baterias de íon-lítio, que são propensas a pegar fogo ou explodir quando apresentam mau funcionamento ou superaquecem. Essa ameaça não é nova, mas o risco está aumentando à medida que os passageiros levam cada vez mais dispositivos a bordo dos aviões.