Passada a estreia, o Brasil terá Haiti pela frente. Claro que, em teoria, trata-se de um rival tecnicamente muito abaixo, beneficiário de uma eliminatória da Concacaf que não teve as três principais forças: Estados Unidos, Canadá e México, todos classificados como países sede. Ainda assim, o time haitiano reflete o poder da globalização no futebol atual. Mesmo uma seleção teoricamente tão frágil tem jogadores íntimos de competições de elite, como o zagueiro Ade, da LDU, o meia Bellegarde, titular do Wolverhampton, e o atacante Picault, colega de Messi no Inter Miami.
