A Amarante, responsável pelos resorts Salinas Maragogi (AL), Salinas Maceió e Japaratinga Lounge Resort (AL), avançou em metas ligadas à agenda ESG previstas para serem concluídas até 2030. As iniciativas seguem alinhadas aos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU (Organização das Nações Unidas) e aos princípios do Pacto Global da entidade.
Na frente ambiental, a companhia afirma que atingiu 96% da meta de recuperação da biodiversidade local, com a restauração de 19,7 hectares. As ações incluem o plantio de mudas e o apoio a um projeto de pesquisa voltado à recuperação de mais de 2,4 mil corais na Costa dos Corais, em Alagoas.
A empresa também concluiu a implementação de um sistema de autogeração de energia solar na Expansão 2 do Japaratinga Lounge Resort. Segundo a companhia, que iniciou sua trajetória no luxo, a nova área do empreendimento passou a operar integralmente com energia de fonte renovável. Já na gestão de resíduos sólidos, a Amarante registrou avanço de 44% em sua estratégia de circularidade, reduzindo o volume destinado a aterros sanitários.
No eixo social, a rede informou ter alcançado 92% da meta relacionada à presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança. O Programa de Formação Amarante, voltado à capacitação de moradores das comunidades locais, ultrapassou a meta estabelecida e beneficiou 1.071 pessoas na região onde a empresa atua.
As ações de voluntariado também avançaram, alcançando 2.148 horas dedicadas a iniciativas sociais e ambientais, o equivalente a 86% da meta anual.
Futuro
Entre os compromissos estabelecidos pela empresa até 2030, estão a capacitação de quatro mil pessoas de comunidades locais e fornecedores, a destinação de 60% das compras para fornecedores locais e a realização de nove mil horas de trabalho voluntário. A Amarante também pretende manter a liderança formada por 50% de mulheres e 50% de pessoas negras, além de ampliar as horas de treinamento voltadas à saúde e segurança de colaboradores e hóspedes.
“Nós queremos gerar impacto real, tanto em nossos empreendimentos quanto nas comunidades com as quais nos conectamos. Para construir um futuro regenerativo, precisamos da participação de todos e de uma estratégia consolidada com propósito de transformação”, afirma Maria Luiza Romão, gerente de ESG da Amarante.
(*) Crédito da foto: Divulgação/Amarante
