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Mapa interativo: Gestão de Riscos Tecnológicos Brasil
Este mapa nacional cruza, em uma única visualização, as camadas críticas da gestão de riscos tecnológicos no Brasil: as 185 empresas com maior gap de gestão de risco (agrupadas em 110 municípios), os 19 polos industriais críticos (petroquímico, refino e gás), os 4 principais dutos com risco de assentamento e os 6 flares detectados por satélite (NASA FIRMS/VIIRS) em 31/07/2026.
Use as caixas de seleção no painel para ligar/desligar cada camada. Clique nos pontos para ver o detalhe: no caso das bolhas de empresa, o número de empresas, o risco máximo e o gap de maturidade de cada município.
Mapa GeoLibre · camadas: empresas com gap, polos críticos, dutos e flares (VIIRS). Clique nas camadas do painel para filtrar.
As 4 camadas do mapa
| Camada | O que mostra | Fonte / Método |
| Empresas com gap (bolhas) | 185 empresas em 110 municípios, com risco e gap de maturidade PSM | MoaT + classificação PSM (kernel H3X) |
| Polos industriais críticos (▲) | 19 polos de petroquímica, refino e gás com risco 3-5 | Classificação por substância (CCPS) |
| Dutos (linhas azuis) | OSVAT, ORBEL, OSBAT, OSRIO — risco de assentamento | Modo nuvem rasa H3X (Vila Socó) |
| Flares (★) | 6 flares com temperatura e FRP (31/07) | NASA FIRMS VIIRS |
Polos industriais críticos
Os principais clusters de risco tecnológico estão concentrados em quatro regiões:
| Região | Polos/Refinarias | Substâncias de maior risco |
| São Paulo (SP) | RPBC (Cubatão), REPLAN (Paulínia), Capuava, Grande ABC | Gasolina, Gás, Etileno, BTX |
| Rio de Janeiro (RJ) | REDUC, COMPERJ, GNL Guanabara | Gasolina, Diesel, GNL |
| Bahia (BA) | RLAM (S. Francisco do Conde), Camaçari (COPEC) | Gasolina, Etileno, Cloro |
| Sul (RS/PR) | Triunfo (COPESUL), REPAR, REFAP | Etileno, Propileno, Diesel |
Os polos de risco 5 (vermelho) são os que possuem grande inventário de substâncias inflamáveis e tóxicas em áreas com entorno populacional — prioridade máxima para plano de emergência e análise de consequência.
Dutos e risco de assentamento
Os dutos da malha nacional (OSVAT, ORBEL, OSBAT, OSRIO, OSPLAN, OSDUC) cruzam áreas urbanas em diversos trechos. O risco não está só na planta, mas na ocupação irregular sobre a faixa de dutos — o caso Vila Socó (1984, ~508 mortos) é o exemplo extremo.
O que os dados revelam para a gestão de risco
Os 110 municípios com empresas de maior gap concentram-se em RJ (264 empresas), SP (76), BA (62) e ES (41) — as regiões de exploração de petróleo e gás, refino e petroquímica. São empresas de E&P (68), Apoio à Extração (50), Gás (38) e Refino (37) que operam com alta criticidade intrínseca (CNAE de risco 4-5) mas provável baixa maturidade PSM — o maior gap de gestão de risco tecnológico do país.
| UF | Leads | Risco 5 | Risco 4 |
| RJ | 264 | 253 | 1 |
| SP | 76 | 27 | 2 |
| BA | 62 | 44 | 10 |
| ES | 41 | 38 | 2 |
| MG | 54 | 17 | 15 |

Esse é o alvo da prospecção de estudos de consequência: empresas reais em pontos específicos, com cenários modeláveis pelo kernel H3X e ROI de prevenção 1.000 a 10.000× menor que o custo de um acidente: enquanto um estudo QRA preventivo custa R$ 5-50 mil, um acidente como o Vila Socó gerou perdas estimadas entre R$ 320 milhões e R$ 1 bilhão.

Perguntas frequentes
O que este mapa faz de diferente?
Ele cruza em uma única visão a criticidade intrínseca (polos e dutos) com a gestão de risco real das empresas (gap de maturidade PSM), além do monitoramento remoto (flares por satélite). É uma visão de gestão de riscos tecnológicos, não apenas geográfica.
De onde vêm os dados?
Empresas do cadastro MoaT + classificação PSM pelo kernel H3X; polos e dutos por referência de engenharia (CCPS/ANP); flares por NASA FIRMS (VIIRS). A física de consequência vem do kernel H3X, que roda os modelos BLEVE, VCE e dispersão.
Como aplicar na minha empresa?
Para um estudo de consequência individualizado (raios de dano, plano de emergência, risco social com densidade populacional BR), entre em contato. O mapa é uma camada de visualização; o cálculo é feito planta a planta.
Este mapa é atualizado em tempo real?
As camadas de empresas, polos e dutos são relativamente estáveis. A camada de flares é atualizada conforme o monitoramento NASA FIRMS (VIIRS) — ideal para detectar eventos operacionais recentes.
O H3X modela os cenários da sua planta ou duto com a física correta e densidade populacional brasileira.
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Daniel Wege · HAZOPER · ESUPERCORP
