A Solar Coca-Cola, uma das maiores fabricantes do Sistema Coca-Cola no Brasil e responsável pela produção e distribuição na Bahia, vem fortalecendo sua política de equidade de gênero e ampliando a participação feminina em diferentes áreas da companhia.
Nos últimos anos, a presença de mulheres na empresa cresceu de 18% em 2022 para 26,2% em 2026, resultado de iniciativas voltadas à formação, desenvolvimento e retenção de talentos ao longo da trajetória profissional.
Um dos pilares dessa estratégia é o Sou Aprendiz Solar, programa que atualmente reúne mais de 700 jovens mulheres em formação, com participação feminina superior a 90%. A iniciativa busca criar uma base de talentos desde o início da carreira.
Na área de tecnologia, a empresa também ampliou oportunidades por meio do Decola Tech, que passou a oferecer 12 vagas de estágio afirmativas para mulheres em 2026, com o objetivo de preparar profissionais para funções estratégicas no setor.
Presença feminina em áreas tradicionalmente masculinas
O avanço das políticas de inclusão também se reflete em setores historicamente dominados por homens. Hoje, 32,7% do quadro da área industrial é formado por mulheres, enquanto 13,9% das vagas na logística já são ocupadas por profissionais do sexo feminino.
Na liderança, a participação feminina alcançou 28,6% dos cargos de gestão dentro da companhia.
Políticas de apoio à maternidade
Além de ampliar oportunidades de crescimento, a Solar Coca-Cola investe em medidas de apoio às colaboradoras durante a maternidade. O programa Mamães Solares oferece licença-maternidade de 180 dias para todas as funcionárias, além da implantação de salas de amamentação nas unidades da empresa — estrutura que deve alcançar 100% do território de atuação até 2026.
Segundo a companhia, essas iniciativas contribuem para uma taxa de 100% de retorno ao trabalho após o período de licença-maternidade.
Para Emiliana Albanaz, diretora de Recursos Humanos da Solar, as empresas têm papel fundamental na redução das desigualdades no mercado de trabalho.
“O avanço feminino não pode ser visto apenas como uma meta numérica. É um fator estratégico para a competitividade das empresas. Criar condições reais de equidade, com políticas de saúde, bem-estar e apoio emocional, é essencial para que o talento feminino se desenvolva e alcance posições estratégicas de forma sustentável”, afirma.
