carreta-tomba-van-br-116-vítimasDa esq. à dir., na linha superior, Ivanir Maziero, Andreia Fagundes e Adriana Machado. Na linha inferior, Cleide ao lado de Idezio da Silva, e Airton de Mattos – Foto: Reprodução/Redes sociais via RIC.com.br

As seis pessoas que morreram não grave acidente que envolveu uma carreta e uma van nesta segunda-feira (5)em um trecho da BR-116, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, foram identificados. O caminhão tombou sobre a van após o condutor sofrer um assalto na rodovia. As vítimas eram moradoras de Campo Largo.

De acordo com a Polícia Civil, o caso é investigado como latrocínio. O acidente aconteceu por volta das 3h45, na rodovia 4,5 da rodovia, quando uma carreta tombou sobre uma van que seguia no sentido Curitiba. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), uma van transportava 21 passageiros que retornavam de um culto religioso em São Paulo.

Da esq. à dir., na linha superior, Ivanir Maziero, Andreia Fagundes e Adriana Machado. Na linha inferior, Cleide ao lado de Idezio da Silva, e Airton de Mattos – Foto: Reprodução/Redes sociais via RIC.com.br

Das 22 pessoas que estavam na van, 14 pessoas ficaram feridas e foram socorridas nos hospitais da região. Duas ficaram em estado grave. O condutor da van está entre os mortos. Veja abaixo quem são as vítimas que morreram:

  • Andreia Fagundes da Silva de Souza, 48 anos (diarista);
  • Ivanir Antônio Maziero, de 67 anos (motorista da van);
  • Adriana Machado da Silva, de 42 anos (empresária);
  • Cleide Salvador Machado da Silva, de 61 anos;
  • Idezio Simeão da Silva, de 62 anos (empresário e marido de Cleide);
  • Airton de Matos, 93 anos.

O assalto e o acidente

O caminhão envolvido no acidente teria sido roubado momentos antes. Os assaltantes renderam o motorista enquanto o veículo seguia no sentido São Paulo e passaram a fugir com o caminhão, levando o motorista como refém.

Em seguida, os criminosos fizeram o retorno da pista no sentido Curitiba. Pouco depois, o caminhão foi desligado automaticamente após o bloqueio remoto feito pela empresa responsável pelo monitoramento do veículo. Os bandidos pediram para que o motorista ligasse o caminhão, mas informaram que apenas a empresa poderia fazer o desbloqueio.