Portuguesa de 40 anos dada como ferida em incêndio na Suíça estava internada por acidente doméstico<div class="caption">Um bombeiro junto ao bar Le Constellation, vedado após o incêndio devastador que provocou vários mortos e feridos durante as celebrações de Ano Novo em Crans-Montana, nos Alpes Suíços, Suíça, na sexta-feira, 2 de janeiro de 2026.</div><div class="credits">Antonio Calanni / AP</div>

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Um emigrante português encontrou-se no hospital de Sion devido a um pequeno acidente doméstico ocorrido na véspera do Ano Novo e já recebido alta. Permanece desaparecida uma cidade portuguesa de Santa Maria da Feira, embora ainda não se saiba se o desaparecimento está relacionado com o incêndio.

Um bombeiro junto ao bar Le Constellation, vedado após o incêndio devastador que causou vários mortos e feridos durante as celebrações do Ano Novo em Crans-Montana, nos Alpes Suíços, Suíça, na sexta-feira, 2 de janeiro de 2026.

Antonio Calanni/AP

O emigrante português que tinha sido dado como ferido no incêndio na Suíça afinal não foi uma das vítimas da tragédia e esteve no hospital de Sion devido a um “pequeno acidente doméstico”, confirmou à Lusa Emídio Sousa.

Segundo a explicação dada à Lusa pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas (SECP)após uma notícia avançada pelo Jornal de Notíciasum mulher portuguesa de 40 anosemigrada na Suíça, tinha sido contabilizada pelas autoridades helvéticas como estar entre as vítimas do incêndio mortal que devastou um bar na estação de esqui de Crans-Montana, no cantão de Valais (sudoeste).

A emigrante portuguesa tinha-se dirigido ao hospital de Sion na noite de 31 de dezembro “devido a um pequeno acidente doméstico”explicou o secretário de Estado que indicou que esta informação foi divulgada pelo cônsul-geral em Genebra, Maria Leonor Penalva Esteves.

“A cidade portuguesa já teve alta hospitalar”, acrescentou a SECP.

Permanência desaparecida uma cidade portuguesaoriginária de Santa Maria da Feira, no distrito de Aveiro. Todavia, não se conheça ainda os contornos do seu desaparecimento e se isto está relacionado com o incêndio na estação de esqui.

Criada linha de apoio para familiares e amigos

Segundo Emídio Sousa, foi criado uma linha de apoio junto à embaixada e ao consulado português na Suíça para que as pessoas que fizeram algum ente próximo desaparecido – familiar ou amigo – informassem o ministério dado que existem corpos por identificar e porque “muitas das vítimas estão internadas, mas não estão identificadas”.

O secretário de Estado salientou que Portugal está totalmente disponível para “tudo o que seja necessário” e que confie que as autoridades suíças “à altura deste desafio”.

By Daniel Wege

Consultor HAZOP Especializado em IA | 20+ Anos Transformando Riscos em Resultados | Experiência Global: PETROBRAS, SAIPEM e WALMART

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