VAMOS JUNTOS ACOMPANHAR O LANÇAMENTO DE UM DOS MAIORES FOGUETES DO MUNDO, O SLS NA MISSÃO ARTEMIS II, QUE IRÁ LEVAR 4 ASTRONAUTAS PARA DAR UMA VOLTA NA LUA E RETORNAR PARA A TERRA, A NASA CONFIRMOU O LANÇAMENTO PARA…
VAMOS JUNTOS ACOMPANHAR O LANÇAMENTO DE UM DOS MAIORES FOGUETES DO MUNDO, O SLS NA MISSÃO ARTEMIS II, QUE IRÁ LEVAR 4 ASTRONAUTAS PARA DAR UMA VOLTA NA LUA E RETORNAR PARA A TERRA, A NASA CONFIRMOU O LANÇAMENTO PARA 6 DE FEVEREIRO DE 2026, ENTÃO CORRE!!! VEM COM A GENTE!!!
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Você já se perguntou sobre o monstro adormecido no coração da nossa galáxia? Sagittarius A* (Sgr A*), o buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea, parece tranquilo hoje. Mas e se descobríssemos que, há apenas 200 anos, ele despertou em uma fúria explosiva, liberando uma quantidade colossal de energia? Neste vídeo, mergulhamos fundo em uma descoberta revolucionária que reescreve a história recente do nosso centro galáctico.
O Eco de uma Explosão Distante
Imagine uma vasta nuvem de gás e poeira, conhecida como G0.11-0.11, flutuando perto do centro da galáxia. Por anos, os astrônomos observaram um brilho misterioso vindo dessas nuvens, uma emissão de raios-X conhecida como a linha Fe Kα. Era como um eco fantasmagórico, mas a sua origem era um dos grandes quebra-cabeças da astrofísica. Duas teorias principais competiam: seria o brilho causado por raios cósmicos de baixa energia bombardeando a nuvem, ou seria um reflexo de um evento de alta energia ocorrido no passado?
A Visão Aguçada do XRISM
Para resolver este mistério, os cientistas precisavam de um novo par de olhos, um capaz de ver o universo em raios-X com uma clareza sem precedentes. Entra em cena o observatório espacial XRISM (X-Ray Imaging and Spectroscopy Mission). Com seu instrumento Resolve, o XRISM conseguiu analisar a “impressão digital” da luz da nuvem G0.11-0.11 com uma resolução espetacular.
Os dados foram inequívocos. A análise detalhada da linha Fe Kα, agora resolvida em seus componentes duplos pela primeira vez, descartou o modelo de ionização por raios cósmicos. As características da luz apontavam para um único cenário: a nuvem estava agindo como um espelho cósmico, refletindo um poderoso flash de raios-X que a varreu vindo de uma fonte externa.
A Fúria de Sagittarius A*
E qual foi a fonte dessa explosão cataclísmica? Todas as evidências apontam para Sagittarius A*. Os cálculos, baseados nos novos dados do XRISM, revelam que há cerca de 200 anos, o nosso buraco negro central passou por um período de atividade violenta, tornando-se milhões de vezes mais luminoso em raios-X do que é hoje. Por um breve período na história cósmica, o coração da Via Láctea brilhou com uma fúria inimaginável.
Esta descoberta é monumental. Ela nos mostra que buracos negros supermassivos como o nosso não são gigantes eternamente adormecidos, mas sim bestas dinâmicas que podem despertar e impactar drasticamente seus arredores. O que desencadeou essa explosão? Poderia acontecer de novo? Junte-se a nós enquanto exploramos as implicações desta incrível revelação e desvendamos os segredos do passado explosivo do buraco negro da nossa Via Láctea.
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Baseado na pesquisa: Resolving the Fe Kα Doublet of the Galactic Center Molecular Cloud G0.11-0.11 with XRISM, por Stephen DiKerby, Shuo Zhang, et al. (2026).
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