Civis também foram mortos nos ataques, segundo informações da Associated Press, mas o número exato ainda não foi divulgado.
O procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, disse que os promotores vão investigar as mortes, que ele classificou como “crimes de guerra”. O número se soma ao anúncio feito pelo governo cubano no domingo de que 32 militares e policiais cubanos que atuavam na Venezuela morreram na operação, o que levou a dois dias de luto na ilha caribenha.
Um vídeo em homenagem aos agentes de segurança venezuelanos mortos, publicado no Instagram das Forças Armadas, mostra os rostos de alguns dos soldados que morreram, e mensagem de que não haverá descanso até que o ‘presidente legítimo’ – referência a Nicolás Maduro – seja resgatado.
O ditador deposto segue em prisão preventiva, sem direito a fiança, assim como sua esposa, Cília Flores. Os dois devem passar por nova audiência na Justiça de Nova York no dia 17 de março, quando acusação e defesa vão apresentar os argumentos sobre o processo. O julgamento só deve ser marcado para daqui a um ano.
Na audiência de custódia, nesta segunda-feira (5), Maduro se declarou inocente, disse que foi sequestrado e que é um prisioneiro de guerra.
