Cento e nove pessoas morreram em acidentes nas rodovias federais de todo o país no recesso do ano novo. São quase 40% mais mortes em relação ao mesmo período do ano anterior. O total de acidentes também subiu, passando de 1.063 para 1.152. É o que mostra o balanço parcial da Operação Ano Novo 2026 da Polícia Rodoviária Federal.![]()
Apesar do aumento de mortes, o total de feridos causou redução, ainda que pequena. No ano passado foram 1.339, este ano 1.315, assim como o total de acidentes graves. Se antes eles eram 328, agora ficaram em 310. Quando se analisam as infrações, os dados da PRF mostram que a falta do cinto de segurança ou da cadeirinha para crianças pequenas, a ultrapassagem proibida e o já conhecido celular ao volante são os principais.
Foram mais de 7.000 infrações dessas somadas. E o pé pesado do motorista também aparece na lista. Foram 23.000 veículos flagrados acima da velocidade, 4.100 só em Minas Gerais, estado campeão do registro dos motoristas apressados.
E a já conhecida bebida ao volante, mistura, aliás, que não combina em nada, levou à autuação de 789 condutores, sendo que 41 deles precisaram ser detidos por apresentarem sinais claros de embriaguez ou por terem sido barrados no teste do bafômetro. Aliás, foram quase 61.500 testes no total. Durante toda a Operação Ano Novo foram fiscalizadas 101.000 pessoas e 74.500 veículos. Os números, segundo a PRF, podem aumentar porque ainda são preliminares.
