Moradores do pequeno povoado de Poolosü, no noroeste da Venezuela, relatam um cenário de incerteza e medo há duas semanas, desde que um forte odor de pólvora e a queda de árvores em sua comunidade levantaram suspeitas de um ataque terrestre. A situação gerou apreensão e intensificou a movimentação militar na região, embora as autoridades venezuelanas e americanas não tenham confirmado oficialmente o ocorrido como o primeiro ataque terrestre dos EUA ao país.
A apreensão dos moradores
A vida em Poolosü, uma localidade acostumada à tranquilidade, foi subitamente alterada. Relatos de um cheiro forte e persistente de pólvora, associado à visão de árvores caídas, alimentam o receio da população. A ausência de informações concretas por parte dos governos envolvidos contribui para a especulação e o aumento da tensão entre os residentes, que vivem sob a sombra de um possível conflito.
Movimentação militar e clima de vigilância
Desde o incidente, a presença de militares venezuelanos na área se tornou mais notória, aumentando a sensação de alerta. A movimentação das tropas reforça a percepção de que algo significativo ocorreu, mesmo sem uma declaração oficial que detalhe a natureza e a origem do evento. A comunidade aguarda por esclarecimentos que possam trazer alguma normalidade à sua rotina.
