Segundo a análise, essa camada funcionou como uma superfície de deslizamento quase ideal. Durante o terremoto de 2011, ela permitiu que a ruptura sísmica avançasse até regiões muito rasas, provocando um deslocamento horizontal do fundo do mar estimado entre 50 e 70 metros. O movimento elevou grandes porções do leito oceânico, deslocando enormes volumes de água e intensificando o tsunami que devastou comunidades costeiras.
