Segundo o analista Daniel Sasson, a mineradora confirmou premissas de curto e médio prazos que já constavam nas projeções da casa. A nova diretoria, completando um ano de atuação, destacou ter entregue a faixa mais alta da meta de produção e revisado para baixo o capex, fruto de maior rigor na alocação de capital. O Itaú BBA ressalta que a gestão também adota estratégia comercial assertiva, reforçando a confiança no potencial dos principais mercados da companhia.

Para o minério de ferro, o analista aponta que a Vale consegue ajustar volumes para extrair maior valor, em vez de mirar apenas qualidade. O relatório observa ainda que o preço de longo prazo encontra suporte próximo de US$ 100 por tonelada, patamar considerado sólido para a geração de caixa.

Em metais básicos, a expectativa é de que a produção de cobre dobre até 2035, enquanto o negócio de níquel caminha para o ponto de equilíbrio. O banco enxerga forte potencial de crescimento nesses segmentos, sustentado por demanda estrutural.

No campo financeiro, o Itaú BBA destaca que cortes de custos e a revisão descendente do capex já produzem resultados visíveis, reforçando o compromisso com disciplina e eficiência. A instituição vê a Vale (VALE3) preparada para sustentar a expansão projetada sem comprometer equilíbrio financeiro ou retorno aos acionistas.

Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast

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By Daniel Wege

Consultor HAZOP Especializado em IA | 20+ Anos Transformando Riscos em Resultados | Experiência Global: PETROBRAS, SAIPEM e WALMART

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