A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou, agora no início de 2026, a proibição imediata de um lote específico de chá de camomila comercializado no Brasil. A decisão ocorreu após análises laboratoriais confirmarem a presença de larvas e fragmentos de insetos no produto.

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O caso ganhou relevância nacional por envolver um item amplamente consumido e associado à ideia de bem-estar. Além disso, a medida reforçou a atuação do órgão na fiscalização de alimentos industrializados.

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Anvisa proíbe marca de chá – (Foto: Reprodução / Internet)

Segundo documentos oficiais, a Anvisa identificou irregularidades graves no lote 6802956 do Chá de Camomila Lavi Tea, da marca Água da Serra. As análises apontaram 14 larvas inteiras e 224 fragmentos de insetos em apenas 25 gramas do produto.

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No entanto, a legislação sanitária permite o máximo de 90 fragmentos para a mesma quantidade. Dessa forma, o órgão concluiu que o lote oferecia risco à saúde do consumidor.

Ainda durante as investigações, os técnicos encontraram talos, ramos e sementes estranhas à composição padrão da camomila. Esses elementos indicaram falhas no processo de seleção da matéria-prima e no controle de qualidade industrial.

Por isso, a Anvisa classificou o produto como impróprio para consumo humano. Assim, a agência publicou a resolução no Diário Oficial da União e determinou o recolhimento imediato.

A marca do chá se pronunciou?

Antes da decisão oficial, a própria fabricante comunicou à Anvisa a existência de problemas no lote, ainda em outubro de 2025. A empresa iniciou um recolhimento voluntário após identificar as irregularidades internas.

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Contudo, a agência avaliou que a medida precisava de alcance nacional. Portanto, proibiu a comercialização, a distribuição, a divulgação e o consumo do lote contaminado.

A resolução deixou claro que nenhum estabelecimento pode manter o produto à venda, inclusive plataformas de comércio eletrônico. Além disso, a Anvisa orientou consumidores a interromperem o uso imediatamente ao identificar o número do lote na embalagem.

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Em seguida, o órgão recomendou que os clientes procurem a empresa para devolução ou reembolso. Essas orientações seguem protocolos sanitários já consolidados.

Por fim, a atuação da Anvisa evidencia o papel estratégico da vigilância sanitária na proteção da saúde pública. Portanto, a cooperação entre empresas, órgãos reguladores e consumidores se mostra indispensável.

O episódio do chá de camomila funciona como alerta para toda a cadeia produtiva. Em conclusão, a fiscalização constante permanece como principal barreira contra produtos que ameaçam o consumo seguro.

By Daniel Wege

Consultor HAZOP Especializado em IA | 20+ Anos Transformando Riscos em Resultados | Experiência Global: PETROBRAS, SAIPEM e WALMART

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