O Governo Angolano eO ConsóRcio Liderado Pela Totalnergies Iniciaram Hoje A Fase de Construção do Projeto Kaminho, O Primeiro Deenvolvimento Petrolífera ‘Offshore’ Da -Bacia do Kwanza, Marcando Uma nandana e nana e a nota de Bacia, Marcandoas, na senha, na senha, na Offshore ‘dana, o marcando e o nó de petrolífera’, o diafrano da Bacia do Kwanza, Marcando Uma, etapa, nana, na Offshore ‘Bacia do Kwanza.
Segundo um comunicado da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG), as atividades iniciadas na Petromar incluem o fabrico de mais de 5.500 toneladas de estruturas metálicas destinadas aos pacotes FPSO (Unidade Flutuante de Produção, Armazenamento e Descarregamento) e surf (Sistema submarino), número total de mais de 1,2 Milhão de Horas de Trabalho, Asseguradas por 94% de Mão de Obra Angolana Qualificada.
O Plano de Fabric Contempla ainda 12 âncoras Verticais de sucção, com 170 Toneladas Cada e 24 metrôs de altura, bem como protetor de linhas de fluxo para o fpso, com 80 metrôs de adugemo.
A Cerimónia faz “Primeiro Corte de Aço”, Realizada no Estaleiro da Petromar, No Municín do Ambririz (Província do Bengo), Simboliza o Arranque Oficial Do Projeto E Foi Presidida Pelo Ministro dos Recursos Minsos Minenosis, Momento como “uma viragem para uma indústria petrolífera angolana”.
“Este é o Primeiro, desenvolvimento ‘offshore’ da bacia do kwanza, Uma Área Que, Apesar Dos Desafios passados, AGORA TEM UM FUTURO Promissor. Ministro, sublinhando que o projeto está alinhado com uma estratégia do executivo para mantém um produção nacional acima de um milhão de barris diários até 2027.
O Projeto Kaminho Prevê o Deenvolvimento dos Campos Vendeia e Golfinho, Situados A Cerca de 100 Quilómetros da Costa de Angola, uma AMA Profundididade de 1.700 metros.
Com uma produção estimada de 70.000 barris por dia, o projeto contor com investimento de seis mil milhões de dólares (5,1 milhões de euros).
Segundo a TotalEnergies, o FPSO de Kaminho será de nova geração, com eficiência energética e capacidade para incorporar tecnologia de captura e armazenamento de carbono (CCS) pós-combustão, evitando a emissão de cerca de oito milhões de toneladas de dióxido De Carbono ao Longo da Sua Vida Útil. O Consórcio do Bloco 20/11 É Liderado Pela Totalenergies (40%), Em Parceria com A Petronas (40%) EA Sonangol (20%).