Se você costuma tomar água em garrafa e não lava com frequência, cuidado. É possível que haja a presença de muitas bactérias. Segundo um estudo da empresa Walter Gilter Guru, existe a possibilidade de que em uma “simples” garrafa de água tenha mais bactérias do que em um vaso sanitário.
O uso de garrafas aumentou em meio a um crescimento da presença das pessoas nas academias e, claro, à vontade de se tornar mais saudável. Por isso, a população brasileira passou a consumir mais água em garrafas reutilizáveis. Seja por serem recicláveis ou no caso das térmicas.
Apesar de beneficiarem o meio ambiente, por reduzir o descarte na natureza, vale se atentar ao cuidado com a própria pessoa. Ao utilizar as garrafas, as pessoas se esquecem da necessidade de fazer uma limpeza periodicamente. Assim, independentemente da origem da água, há possibilidade de se contaminar.
As garrafas absorvem os resíduos de saliva e umidade constante. Esses dois fatores favorecem a proliferação de organismos que não são saudáveis ao corpo humano. Logo, ao consumir a água novamente nas garrafas, a pessoa fica suscetível às contaminações tão graves quanto ao consumo de água no vaso sanitário.
A pesquisa que apontou o problema questionou a percepção em relação à água engarrafada. A tendência é de que as pessoas confiem no líquido engarrafo. Contudo, se o dono da garrafa não faz uma limpeza constante, o problema surge de imediato e com o risco de se tornar em algo grave.
Especialistas, inclusive, apontam que o plástico da garrafa se transfere ao líquido. No meio dessa “transferência”, há a passagem de substâncias como antimônio, ftalatos e bisfenóis, que recebem a classificação de disruptores endócrinos. Ou seja, interferem no funcionamento hormonal dos seres humanos.
