“Com base nos dados epidemiológicos atualmente disponíveis, observa-se a ausência de acometimento de familiares e de profissionais de diversos setores do hospital, o que reforça, até o momento, a premissa de não transmissão pessoa-a-pessoa. Ainda assim, é importante reforçar que, diante do desconhecimento do agente etiológico, recomenda-se a adoção de precaução máxima no atendimento desses pacientes, com uso de máscara N95 ou PFF2 sempre que possível. Tal medida visa assegurar a maior proteção frente ao cenário ainda em investigação.”
